domingo, 13 de junho de 2010



Sentado, sozinho no mundo
Oiço o teu nome na minha cabeça
O teu nome, puro e suave como a chuva
O teu nome, incessantemente, o teu nome

A tua imagem aparece na minha mente
Os teus olhos, profundos e penetrantes
O teu sorriso, de mil cores pintado
O teu cabelo, esvoaçando ao vento

Penso em como seria poder ter-te
Poder sentir as tuas mãos delicadas
Poder tocar os teus lábios
Poder, poder, poder...

Mas não posso! Tocar-te, sentir-te, ter-te... Não posso!
És sonho, nada mais!
És beijo impossível de roubar
E teu nome, o teu nome, mar sem porto!

fotografia: RobertoTerra (Lloret de Mar - 2010)

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